quarta-feira, 1 de julho de 2009

A Modernidade

No século XVIII (o Século das Luzes), o Ocidente inventou a Modernidade. A Razão passou a imperar nas escolhas e decisões de intelectuais de vários setores da sociedade. Tivemos um revés no início do séc. XIX, é verdade, com o Romantismo, onde a subjetividade competiu com a objetividade. Mas Marx nos recupera.

“Se existe uma alma, ela está fadada a se impregnar de matéria” (K. Marx).

Este é o “espírito” deste Blog, discutir a Modernidade, a Racionalidade e as suas Antíteses (contradições perfeitas) e seus Paradoxos (digamos, contradições “confusas”).

Se “o homem moderno matou Deus” no séc. XVIII, segundo Nietzsche; agora, a partir da 2ª ½ do XX, muitos querem matar as Luzes. É o Pós-Modernismo. Será que vivemos um ambiente Antagônico à Modernidade, uma espécie de “Condição Pós-Moderna”, como afirmara alguém recentemente? Ou, simplesmente, trata-se de um aspecto da própria modernidade; uma disfunção; uma contradição imperfeita? O fato é que, existe uma briga, surda ainda para o senso comum, entre Modernidade e Pós-Modernidade. E, entre mortos e feridos, quem sairá perdendo ou ganhando? Espero que a Racionalidade se encontre neste último caso.

Por isso, considero-me prenhe e impregnado de uma Modernidade Racional – desculpem-me o pleonasmo, a intenção é a veemência!...

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