[1]“A privatização dos anos anteriores fora, no fundo, um processo de concentração de capitais, no qual o Estado transferiu para capitalistas privados boa parte do patrimônio público acumulado na Era Vargas. Foi desenvolvida com apoio nos capitais estrangeiros e nos financiamentos do BNDES e dos fundos de pensão dos funcionários das estatais. Baseou-se na criação do real, uma moeda aparentemente forte, mas, de fato, apoiada em juros descomunais – de mais de 20% reais nos primeiros meses de implantação do Plano Real –, e deixou um gigantesco passivo na forma de uma dívida interna galopante.” (Revista Retrato do Brasil, Abril de 2008, p. 13.
[4]Todos os gráficos a seguir foram reproduzidos da Revista Retrato do Brasil, da mesma fonte descrita na nota 3.
